O direito à comunicação é um dos direitos humanos. Mas quando se pergunta sobre o que significa, a maioria pensa que é ser informado, ou ligar a TV e assistir o canal que quiser, etc.
Porém, o direito à comunicação significa principalmente o direito a cada um dizer, se pronunciar, escrever seu pensamento. É o direito a uma comunicação ativa e não passiva. Não podemos ser um depósito de informações sem critério algum. É preciso criticidade no que absorvemos, analisando as entrelinhas.
É necessário que percebamos o que querem com determinada notícia. Seria apenas informar ou formar opiniões?
A criticidade neste momento é a grande arma para vencer a alienação que acomete a sociedade atual.
Já se perguntou por que outros fatos relevantes não são noticiados?
Na verdade, apenas cerca de oito grupos empresariais determina o que lê nos jornais, assiste na TV e ouve na rádio.
VOCÊ SABIA QUE...
- Todas as fotos publicadas na grande imprensa, obtidas no Iraque, foram submetidas à censura pelo governo dos Estados Unidos?
- O dono das organizações Globo, o senhor Roberto Marinho foi um dos que conspiraram para que acontecesse o golpe militar de 31 de março de 1964?*
- A grande imprensa informa que a invasão do Iraque já resultou na morte de vários Soldados Americanos, mas nunca informa quantos iraquianos os Estados Unidos já mataram.
Aí pergunto a você que todo orgulhoso com seu controle remoto na mão, acha que está em um Self-service, escolhendo o que quer:
Será que você na verdade não está comendo uma "quentinha"?
*fonte:
SCHMIDT, Mário Furley. Nova história crítica: ensino médio: volume único. 1. ed. São Paulo: Nova Geração, 2005.

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