Para quem vivemos? Se pararmos para refletir, perceberemos que vivemos mais para os outros do que para nós mesmos. Vivemos em função do parecer dos outros.
Sempre preocupados com o que o outro vai pensar, seja sobre a roupa que estamos vestidos, a aparência de nossa casa, o carro, a fala em público, e passamos a nos pressionar para alcançar determinado padrão tido como o adequado.
Ao contrário do que acontece geralmente quando estamos sozinho. Se a casa estiver bagunçada, a roupa com alguns furinhos, se levou um tropeção e soltou um palavrão (zinho), tudo bem, não é?
Percebemos que boa parte de nossas vidas vivemos de aparências, uma casca que não é real e muitas vezes nem notamos. O pior é que a própria sociedade em si nos induz a esta atitude. Deixamos de ser quem somos para ser quem a sociedade dita para sermos.
Mas será que no final de nossos dias, teremos o sentimento de dever cumprido? Será que nos sentiremos realizados? Ou perceberemos que em toda a nossa vida não passamos de objetos manipulados pelo sistema criado por nós mesmos?

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