Geralmente, mistérios como esse estão relacionados às tramas das novelas, porém nesse caso, infelizmente, não se trata se ficção, mas de vida real.
Uma garota comum, que poderia normalmente ser qualquer outro cidadão, sai em busca de SAÚDE e ironicamente, acabou encontrando um fim trágico lamentável e impensável.
Ao ver as informações veiculadas nos meios de comunicação, percebemos o quão caótico se encontra a situação da saúde quando se trata do atendimento às camadas mais necessitadas da sociedade.
É impossível perguntar: como um profissional pode cometer um erro tão grotesco? Sem fazer pré-julgamentos, mas é percebível que as falhas que levaram ao erro não são apenas a falta de atenção da assistente de enfermagem. Como noticiado hoje pelo Record Notícias, as embalagens dos produtos eram idênticas exceto a etiqueta com a identificação da substância, a qual deveria possuir letras maiores. Também é importante analisar a formação profissional e que importância está sendo dada a ela. Como foi colocado na nota oficial sobre o caso pelo COREN-SP.
"Infelizmente temos algumas escolas técnicas e faculdades de enfermagem que não têm compromisso com a profissão e, consequentemente, com a vida.
A indignação neste momento é plenamente justificável. Mas é necessário ir além. Atacar a fonte da questão. A cada ano, milhares de novos profissionais de enfermagem adentram o mercado de trabalho - infelizmente, nem todos aptos de fato a exercer a assistência ao paciente com segurança. É fundamental que a sociedade exija, e que o mercado selecione profissionais em que a excelência na formação seja inquestionável."
Mas afinal, quem pagará por este erro? Nessa altura do campeonato, já não faz muita diferença, já que nada poderá reverter a tragédia que vitimou Stefhanie.
Uma garota comum, que poderia normalmente ser qualquer outro cidadão, sai em busca de SAÚDE e ironicamente, acabou encontrando um fim trágico lamentável e impensável.
Ao ver as informações veiculadas nos meios de comunicação, percebemos o quão caótico se encontra a situação da saúde quando se trata do atendimento às camadas mais necessitadas da sociedade.
É impossível perguntar: como um profissional pode cometer um erro tão grotesco? Sem fazer pré-julgamentos, mas é percebível que as falhas que levaram ao erro não são apenas a falta de atenção da assistente de enfermagem. Como noticiado hoje pelo Record Notícias, as embalagens dos produtos eram idênticas exceto a etiqueta com a identificação da substância, a qual deveria possuir letras maiores. Também é importante analisar a formação profissional e que importância está sendo dada a ela. Como foi colocado na nota oficial sobre o caso pelo COREN-SP.
"Infelizmente temos algumas escolas técnicas e faculdades de enfermagem que não têm compromisso com a profissão e, consequentemente, com a vida.
A indignação neste momento é plenamente justificável. Mas é necessário ir além. Atacar a fonte da questão. A cada ano, milhares de novos profissionais de enfermagem adentram o mercado de trabalho - infelizmente, nem todos aptos de fato a exercer a assistência ao paciente com segurança. É fundamental que a sociedade exija, e que o mercado selecione profissionais em que a excelência na formação seja inquestionável."
Mas afinal, quem pagará por este erro? Nessa altura do campeonato, já não faz muita diferença, já que nada poderá reverter a tragédia que vitimou Stefhanie.

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