Leia com atenção o trecho abaixo retirado da Revista Carta na Escola, e reflita.
A escritora Chinesa Xinran Xue narra sua visita a uma família de agricultores na região de Yameng, na província de Shandong. A mulher estava dando à luz. "Tínhamos acabado de nos sentar na cozinha e ouvimos um gemido de dor no quarto ao lado. Os gritos ficaram mais fortes - de repente pararam. Houve um soluço baixo e a voz rouca de um homem disse em tom acusador: 'coisa inútil!'.
De repente, pensei ter ouvido um ligeiro movimento no balde de dejetos atrás de mim. Para meu horror absoluto, vi um pequeno pé saindo do balde. A parteira deve ter jogado o bebê vivo no balde de lixo! Eu quase saltei em sua direção, mas os dois policiais que me acompanhavam seguraram meu ombro firmemente. Disseram: 'não se mecha! você não pode salva-la é tarde de mais!'
Mas isso é assassinato... e vocês são a polícia! O pezinho estava parado agora. Os policiais me seguraram por mais alguns minutos. Acabar com com um bebê menina não é grande coisa por aqui, disse uma mulher mais velha. Mas é uma criança viva1 eu disse, com a voz abalada apontando para o balde. 'Não é uma criança, ela me corrigiu: é uma menina, e não podemos ficar com ela. Neste lugar, você não vive sem um filho. Menianas não contam.'"

Absurdo,asqueroso é inacreditável que em pleno sec. 21 a ignorância ainda guie a grande parte da população mundial.
ResponderExcluirÉ Trash. Você tem toda a razão. Foi a mesma reação que tive. Talvez por vivermos em um país onde as leis humanas estão mais presentes, é quase inacreditável sabr que estas coisas aconteçam "normalmente!"
ResponderExcluirIsso foi na china. Isso não é guerra, é um massacre e se você lê-se alguem textos de historia veria como as mulheres sofrem desde a antiguidade.
ResponderExcluirRealmente Bruna. E isso é lamentável. O pior é que os poderosos e "intelectuais" procuram a mudança apenas àquilo que lhes interessa. O que não querem mudar taxam de "cultura" obrigando as pessoas a viverem sob um jugo dos quais não podem se livrar!
ResponderExcluirAbraços e obrigado por seu comentário! Volte sempre!