Ontem, dia 28 de Setembro, na Escola Núcleo Núcleo Educacional Batalha (onde trabalho), alunos da turma de 5ª e 6ª série da EJA, colocaram formigas na cadeira de uma das professoras. Alguns funcionários viram os rapazes juntarem algo próximo à parede da escola, mas não deram importância.
A professora, não percebeu a presença dos insetos e sentou na cadeira, e não demorou para que recebesse as picadas dos insetos. Aflita, correu para a cantina onde as merendeiras a ajudaram a se livrar das formigas. Por ter alergia, ficou edemas pelo corpo.
Depois de notificada, a mãe de um dos alunos envolvidos afirmou com veemência que seu filho não faria isso!
Como se já não fosse suficiente, alguém sem noção, jogou um gambá morto dentro da escola o que deixou um odor insuportável.
Aí eu pergunto: Onde vamos parar? Será que daqui a um tempo, terão pessoas interessadas em ser professores? Tenho minhas duvidas. Recebendo um sal´pario irrisório, desestimulados, sem apoio das leis que atualmente só dá direito para os alunos (teoricamente os direitos são iguais!), e cobrados como nunca na história da docência, Não há amor à educação que resista!
A professora, não percebeu a presença dos insetos e sentou na cadeira, e não demorou para que recebesse as picadas dos insetos. Aflita, correu para a cantina onde as merendeiras a ajudaram a se livrar das formigas. Por ter alergia, ficou edemas pelo corpo.
Depois de notificada, a mãe de um dos alunos envolvidos afirmou com veemência que seu filho não faria isso!
Como se já não fosse suficiente, alguém sem noção, jogou um gambá morto dentro da escola o que deixou um odor insuportável.
Aí eu pergunto: Onde vamos parar? Será que daqui a um tempo, terão pessoas interessadas em ser professores? Tenho minhas duvidas. Recebendo um sal´pario irrisório, desestimulados, sem apoio das leis que atualmente só dá direito para os alunos (teoricamente os direitos são iguais!), e cobrados como nunca na história da docência, Não há amor à educação que resista!

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