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11º mandamento: Nunca comprarás a prazo!

Por muito tempo as pessoas do mundo todo foram educadas a preservar e poupar para os dias da necessidade, afinal, as catástrofes, as guerras, a dificuldade de se obter comida ensinaram ao homem o valor de poupar.
O problema é que a ideia de abundância instaurado nos países ricos no século XIX, levou todos a imaginar que os recursos eram infinitos para todos. Triste ilusão.
Isso porque os recursos para manter os níveis de bonança de parte da população do mundo é preciso o sacrifício da parte da população que não tem acesso às condições mínimas.
Essas pessoas são induzidas a consumir utilizando-se de créditos e acabam por comprometer necessidades básicas em nome da obtenção de produtos que pouco ou nenhum valor agregam às suas essenciais e existências.
Apenas dão a falsa impressão de pertencer a este ou aquele grupo social.

Para que você não seja mais um a perder o sono por causa das dívidas, basta seguir o passo a passo abaixo:

1º A proposta de quando julgar necessário um produto é simples: verifique sua importância.
2º Confirmada, faça uma pesquisa sobre o mesmo, incluindo utilidade, vida útil, preço e qualidade.
3ºFeita a pesquisa  - que deve incluir três preços diferentes do produto - dê um tempo para saber se realmente o objeto de cobiça tem utilidade. 
4ºConfirmada a utilidade do mesmo, espere um período para ver se o produto não sofre uma redução do preço. Enquanto isso, vá construindo poupança capaz de adquirir o produto no pagamento à vista  -que tende a ter desconto.
5º Recuse-se a comprar em loja que pratique o mesmo preço à vista e a prazo. Deve haver algo de errado na administração da mesma e algum concorrente com preço menor  - esta é geralmente a regra. Poupar para comprar dá poder de negociação e disciplina ao cidadão.

Boa sorte!

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